A Assembleia geral dos servidores municipais convocada pelo Sindicato dos Servidores Municiais de Foz do Iguaçu-SISMUFI decidiu nessa quarta-feira (4) rejeitar a proposta apresentada pela prefeitura, deliberou pelo estado de greve, com indicativo de greve a partir do dia 29 de outubro e apresentar a sua pauta de reivindicação cobrando imediata implantação de todos os direitos vencidos que esperam por pagamento.
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Após amplo debate, a proposta deliberada pelos servidores inclui: O pedido de providências por parte da prefeitura municipal para redução de 20% dos cargos comissionados, conforme previsto em lei no caso de atingir o limite prudencial; a implantação imediata dos 5,21% referente a data-base 2021/2022, incluindo um cronograma de pagamento dos retroativos até dezembro desse ano; implantação imediata de todos os represados como as ascensões, progressões e merecimento; implantação imediata do auxilio alimentação no valor de R$ 300 para todos os servidores da prefeitura; apresentação de cronograma de efetivação de plano de cargos e salários para todas as categorias pendentes, com inclusão orçamentária; e ainda que a prefeitura inclua na Lei Orçamentária (LOA/2024) todos os direitos dos servidores previstos para o ano de 2024.
Depois de meses de conversas com os sindicatos, a prefeitura confirmou ontem por meio de um comunicado ao sindicato que só poderia pagar no ano que vem os diversos direitos dos servidores públicos que já estão vencidos.
A justificativa da prefeitura feita pela secretária de Administração, Eliane Dávilla Sávio, e o secretário de Governo, Nilton Bobato é de que a folha de pagamento está acima do limite prudencial. De acordo com o informado pelo diretor de gestão orçamentária, Darlei Finkler, o índice da folha no fechamento do quadrimestre chega a 53%.
FONTE/CRÉDITOS: Redação
